sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Toyota Corolla GR-S



Em sua 12ª geração, o veterano carro está na sua melhor forma e tenta ficar ainda mais descolado para atrair a atenção daqueles que estão de olho nos utilitários. E a versão preparada pela Gazoo Racing, divisão de competição da Toyota — que recentemente vem se aventurando nos veículos de rua —, pode ser a pedida. Tem para-choques diferenciados, saias laterais, bonitas rodas exclusivas de 17 polegadas e até um spoiler integrado à tampa do porta-malas com o intuito de parecer cool. O resultado é alcançado nas ruas, pois o Corolla GR-S recebe olhares cobiçosos. Faróis, lanternas e luzes diurnas são todos de LED, e os retrovisores e o teto são pintados de preto para completar o visual despojado. Sem falar nas plaquetas GR Sport espalhadas pela carroceria, a chancela da divisão esportiva. Só que as mudanças não são apenas visuais. A Gazoo Racing instalou novos amortecedores e molas, que deixam o ajuste mais rígido. Dá para sentir, definitivamente, o acerto enrijecido, o apoio melhor da rolagem da carroceria, mas não dá para dizer que o Corolla se tornou um carro esportivo que vira tempo nas pistas de corrida. O sedã ainda tem a pegada de conforto para o dia a dia, absorve bem as imperfeições do asfalto e não deixa o interior chacoalhar muito. A falta de ímpeto também está na mecânica. Apesar de o 2.0 flex ter uma proposta melhor que a do híbrido para ostentar a sigla GR-S, o quatro cilindros aspirado de até 177 cv e 21,6 kgfm é o mesmo, por exemplo, da versão de entrada, a GLi.

Fonte e reportagem completa em: https://autoesporte.globo.com/testes/review/2021/08/teste-toyota-corolla-gr-s-apela-para-a-esportividade-com-preco-de-suv.ghtml

Novo Honda Accord Híbrido



Meses depois de anunciar o lançamento do Accord híbrido no Brasil, a Honda abriu as vendas do sedã, já como modelo 2021. O primeiro dos 3 modelos eletrificados prometidos pela empresa até 2023 chega em versão única, por R$ 299.900. Na comparação com o Accord antigo, oferecido na versão Touring com motor 1.5 turbo, os preços ficaram R$ 42 mil mais altos. Em compensação, o Honda ainda custa consideravelmente menos que um BMW 330e, sedã alemão com tecnologia híbrida do tipo plug-in. O Accord Híbrido traz o sistema chamado e:HEV, com três motores: um 2.0 16V aspirado de ciclo Atkinson de 145 cv e 17,8 kgfm e outros dois elétricos. Desses, um tem 184 cv e traciona o sedã, enquanto o outro atua como gerador. O Accord possui três modos de condução: EV Drive, com tração elétrica; Hybrid Drive, com o motor a combustão atuando como gerador para o motor elétrico, mas sem tracionar as rodas; Engine, quando o motor 2.0 a gasolina atua sozinho. Essa condição é utilizada apenas em altas velocidades.

Fonte e reportagem completa em: https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2021/08/honda-accord-vira-hibrido-encosta-nos-r-300-mil-e-se-torna-o-mais-caro-da-marca-no-brasil.ghtml

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Vemaguet






A Vemaguet foi um automóvel brasileiro produzido pela Vemag, sob licença da fábrica alemã DKW, entre 1958 e 1967, que teve dois derivados populares, a Caiçara e a Pracinha, produzidos respectivamente entre 1963 e 1965 e entre 1965 e 1966. Ao total, foram produzidas 55692 unidades [1] (47769 unidades da Vemaguet, 1173 unidades da Caiçara e 6750 unidades da Pracinha). Inicialmente era conhecida apenas como "Camioneta DKW-Vemag" ou como "Perua DKW-Vemag", recebendo a denominação de Vemaguet apenas em 1961. Os modelos datados de 1956 a 1957, anteriores portanto à produção da Vemaguet, foram montados pela Vemag sob licença da DKW da Alemanha e eram derivados da perua DKW F91 Universal, enquanto os modelos da Vemaguet eram derivados da família F94. Até 1963 as portas dianteiras abriam ao contrário, da frente para trás, no sentido do conforto, conquistando o apelido de portas "suicidas" (conforme os americanos se referem a este tipo de abertura) ou portas "deixa ver" ou "DêChaVê" (como ficou comum no Brasil). Esta última denominação refere-se obviamente ao uso dessas portas por mulheres vestindo saias. No ano de 1964 as portas foram alteradas para a forma tradicional de abertura, de trás para frente, a favor da segurança. Seu motor de três cilindros em linha e dois tempos (precisa misturar óleo a gasolina), com volume de 1 litro, é dianteiro, assim como a tração. Uma bobina por cilindro, refrigeração liquida, partida elétrica. Motor que ao invés de usar buchas, casquilhos ou bronzinas em suas partes móveis, usa rolamentos, proporcionando assim uma durabilidade acima do comum para os carros da época.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/DKW-Vemag_Vemaguet

DKV






A DKW é uma marca histórica de automóveis e de motocicletas, associada em todo o mundo a motores com ciclo de dois tempos, que teve seus automóveis fabricados sob licença no Brasil pela Vemag entre 1956 e 1967. Aqui, a marca ficou conhecida popularmente como “DKV” (considerando que o "W" tem som de "V" em alemão; desta forma, a marca BMW deve ser pronunciada "bee-em-vee"). A DKW foi uma fábrica alemã fundada em 1916 pelo engenheiro dinamarquês Jørgen Skafte Rasmussen que, em 1932, com a Grande Depressão, se uniu por sugestão do Saxon National Bank a outras três fábricas, a Audi, a Horch e a Wanderer, para formar a Auto Union. Em 1957 a Auto Union foi adquirida pela Daimler-Benz e, em 1964, pela Volkswagen, passando então a utilizar a marca Audi. Em 1969, Auto Union se uniu a NSU originando a Audi NSU Auto Union AG, hoje Audi AG. A sigla DKW significava inicialmente "Dampf-Kraft-Wagen", carro de força a vapor, já que os primeiros produtos oferecidos pela empresa foram pequenos motores a vapor. Com o tempo, a empresa passou a oferecer motores a gasolina com ciclo de dois tempos, mas a denominação DKW foi mantida. Esses primeiros modelos de motor de dois tempos foram adaptados para brinquedos e foram denominados "Des Knaben Wunsch", o desejo do menino. Outra versão foi adaptada para motocicletas e denominada "Deutsche Kleine Wunder", a pequena maravilha alemã. Esta última denominação permaneceu ao longo do tempo e apareceu em vários textos promocionais da marca em todo o mundo. Atualmente, milhares de saudosistas por todo o mundo colecionam motocicletas e automóveis fabricados pela DKW, que foi um marco na história automobilística.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/DKW

quarta-feira, 28 de julho de 2021

JAC E-JS1 Elétrico



O próximo lançamento da marca chinesa mantém sua aposta no segmento elétrico, mas há uma novidade. O hatch é o primeiro produto da JAC feito em parceria com a Volkswagen por meio da Si Hao, joint-venture criada pelas duas montadoras. E põe compacto nisso: são 3,65 metros de comprimento, 1,67 m de largura e 2,39 m de entre-eixos, medidas equivalentes às do antigo Volkswagen Up!. O hatch descontinuado recentemente hatch também serviu de inspiração para alguns elementos visuais, como os para-choques. O aplique central preto que liga os faróis remete aos também elétricos ID.3 e ID.4. A Si Hao (originalmente chamada de Sol) fez um bom trabalho ao reformular boa parte do visual exterior e interior do E-JS1, mas os mais atentos vão reconhecer as portas com corte reto e capô elevado. O modelo é uma atualização dos antigos J2 e do iEV20. O elétrico com perfil aventureiro, inclusive, seguirá à venda no Brasil, segundo a JAC. Até porque o E-JS1 é mais fraco. Seu motor alcança 61 cv e 15,3 kgfm, ante 68 cv e 21,9 kgfm do irmão com estepe pendurado no porta-malas. Aliás, abrir mão do pneu externo pode ser um problema maior para o JAC-VW do que a infraestrutura de recarga ainda minúscula no Brasil. Como não há pneu sobressalente, você vai depender unicamente de um pequeno spray selante, similares aos vendidos em lojas de autopeças. Nem compressor elétrico a fabricante incluiu no pacote. Pelo menos a economia de custo não se espalhou tanto pelo resto do modelo. A SHC, representante da JAC no Brasil, importará apenas a versão topo de linha do hatch. O pacote de equipamentos engloba trio elétrico, ar-condicionado, câmera de ré, direção assistida, sistema multimídia, chave presencial, ESC e freio de estacionamento eletrônico.

Fonte: https://autoesporte.globo.com/testes/noticia/2021/07/teste-rapido-jac-e-js1-tem-receita-volkswagen-para-ser-o-eletrico-mais-barato-do-brasil.ghtml

Novo Nissan Kicks com câmbio manual



Táticas de Nizan Guanaes de lado, focando apenas no veículo, o Kicks Sense 1.6 MT tem sim características de “meu primeiro SUV” — e também de ser o queridinho das locadoras de automóveis. O modelo acaba de receber um tapa no visual (depois de cinco anos) que o deixa mais agressivo, porém o motor não acompanha tal pujança estilística: mantém o velho conhecido 1.6 flex de até 114 cv. Nada de turbo nessa geração. A grande atração, claro, é o câmbio manual de cinco marchas. Para quem gosta da sensação de ter mais controle, de se sentir parte do automóvel, é um prato cheio. Os engates são bem precisos, curtinhos, chegando bem perto dos VW ou dos Honda, referências nesse quesito. As primeiras marchas têm relação bem curta para dar agilidade ao SUV (de apenas 1.104 kg) no dia a dia. Tanto que o Kicks manual é 0,6 segundo mais rápido no 0 a 100 km/h que a versão CVT – 11,3 s vs 11,9 s. O câmbio automático leva vantagem nas retomadas de velocidade. Já o consumo é parecido: média de 10,5 km/l contra 10,1 km/l do CVT (com etanol). O torque máximo de 15,5 kgfm aparece tarde, a 4 mil giros, e o Kicks é meio “sonolento” em baixas rotações. O despertar vem depois das 3 mil rpm — e junto, o ruído. Dinamicamente, o SUV é totalmente voltado ao conforto. Suspensão macia e de curso longo para filtrar buracos, direção anestesiada e posição de dirigir altinha — prato cheio para quem quer um utilitário. O espaço atrás não é dos mais abundantes, mas o porta-malas carrega bons 432 litros.

quarta-feira, 7 de julho de 2021

Novo Renault Captur


Considerado como o melhor do segmento, é o novo motor turbo TCe (Turbo Control Effiency) 1.3 flex, que gera 170 cv de potência e 27,5 kgfm, um número bem considerável para um SUV deste porte. Ele foi desenvolvido com o know-how da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi em parceria com a Daimler, tendo um alto torque em baixas rotações e baixo consumo de combustível, dando um comportamento ágil ao carro.

Fonte: https://www.icarros.com.br/noticias/lancamentos/renault-captur-impressiona-com-maior-torque-do-segmento/29307.html

Carro voador com motor BMW realiza primeiro voo entre duas cidades


A empresa eslovaca, Klein Vison, criou um protótipo de carro (com cara de esportivo) voador que promete revolucionar a indústria automobilística. O AirCar, de fato, parece um automóvel, só que com asa. E pra quem duvida, o AirCar já voou, não uma ou duas, mas 142 vezes. Na mais recente, ele fez o primeiro voo de um veículo (ou aeronave) desse tipo entre duas cidades. A façanha ocorreu entre o aeropo... Leia mais em: 

Fonte: https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/com-motor-bmw-carro-voador-realiza-primeiro-voo-entre-duas-cidades/

terça-feira, 20 de abril de 2021

Sucessor do Ford Fusion é um SUV cupê - Evos



O Ford Fusion está morto. Vida longa ao Fusion — ou melhor, Evos. Esse é o nome do SUV com estilo cupê que irá substituir o sedã em diferentes mercados, incluindo o europeu, onde era chamado de Mondeo. O modelo foi apresentado no Salão de Xangai (China) com poucas informações e uma grande novidade. Literalmente. Seu multimídia usa uma tela única de enormes 1,1 metro de largura (43 polegadas) e resolução 4K. O quadro de instrumentos, também digital, fica pequeno com suas 12,3". A fabricante não fez questão de revelar muitas informações sobre o Evos, que foi desenvolvido em parceria com a chinesa Changan. Sabe-se que seu sistema multimídia SYNC+ é uma evolução do já usado em outros modelos da marca, e que a suíte de equipamentos irá permitir a condução autônoma limitada em alguns países e vias específicos.

Fonte e reportagem completa em: https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2021/04/sucessor-do-ford-fusion-e-um-suv-cupe-com-multimidia-de-um-metro-de-largura.ghtml

Novo Jeep Compass turbodiesel



A Jeep iniciou nesta quinta-feira (20) a pré-venda das versões 2.0 turbodiesel do novo Compass, únicas que ainda não haviam sido reveladas. Contrariando expectativas, o modelo não terá aumento de potência, apesar da subida nos preços, que agora vão de R$ 196.990 a R$ 216.990. O catálogo manteve três versões já existentes (Longitude, Limited e Trailhawk) e incluiu a série especial 80 anos, com diferenças visuais. O trem de força segue com o 2.0 de 170 cv e câmbio automático de nove marchas (sendo a primeira reduzida) com tração integral.

Fonte e reportagem completa em: https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2021/04/novo-jeep-compass-turbodiesel-mantem-os-170-cv-e-encosta-nos-r-220-mil.ghtml

BMW Série 7, M135i e M235i adotam visual "dark"



Com o sucesso do X7 Dark Shadow – que teve as cinco unidades trazidas já esgotadas – e o híbrido Série 5 Dark Edition, a BMW resolveu ampliar a oferta destes carros com visual "escurecido" no Brasil. Agora chegou a vez do trio 745Le M Sport, M135i e M235i Gran Coupé começarem a serem vendidos por aqui com grade, rodas, e as máscaras dos faróis e lanternas na cor preta. O Série 7, claro, é o mais caro: R$ 656.950 – R$ 43 mil a mais que a versão "normal". O sedã grande de luxo híbrido plug-in alia um motor elétrico ao seis cilindros 3.0 turbo. A potência combinada é de 394 cv e mais de 60 kgfm de torque. No modo puramente elétrico, o 745Le M Sport consegue percorrer até 54 km.

Fonte e reportagem completa em: https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2021/04/bmw-serie-7-m135i-e-m235i-adotam-visual-dark-e-podem-custar-ate-r-43-mil-mais-caro.ghtml

Audi A6 e-tron -carro conceito elétrico





Olhe bem para o carro das fotos e vá se acostumando. Esse será o estilo que os próximos carros da Audi terão, incluindo uma inédita gama de modelos elétricos baseados na nova plataforma usada pelo A6 e-tron concept. O estudo revelado no Salão de Xangai (China) é o primeiro produto do Grupo Volkswagen a usar a arquitetura PPE (Plataforma Premium Elétrica, na sigla em inglês), desenvolvida em parceria com a Porsche e, como o nome indica, exclusiva para modelos movidos a eletricidade. A estrutura prevê o uso de dois motores ou apenas um, no eixo traseiro. A Audi afirma que o grande diferencial da PPE é a possibilidade de trabalhar com diferentes alturas do assoalho, o que permite fazer de sedãs a SUVs a partir da mesma base. Essa é a maior diferença da nova plataforma para a J1, base voltada para superesportivos elétricos usada pelo Porsche Taycan e Audi E-tron GT.

Fonte e reportagem completa em: https://autoesporte.globo.com/um-so-planeta/noticia/2021/04/audi-a6-e-tron-e-o-conceito-eletrico-que-antecipa-o-design-dos-proximos-carros-da-marca.ghtml

terça-feira, 3 de novembro de 2020

Teste: novo Nissan Versa Exclusive tem preço de Sentra e é mais lento que Chevrolet Onix Plus e VW Virtus




O estranhamento começou ao ver o Nissan parado no estacionamento. “Que modelo é esse?”, perguntou minha esposa. Falei que era o novo Versa, algo que foi encarado por ela com surpresa. Ao entrar no carro, continuou espontaneamente: “ficou bem melhor, agora parece um carro para a família, não só de aplicativo”. Usuária voraz de apps de transporte, ela se tornou quase uma especialista em frotas. Nada contra o antigo modelo, mas é inegável que tive a mesma sensação. Ainda mais na versão Exclusive (92.990 reais) - confira todas as configurações e preços da gama. O valor o deixa entre o Sentra S (87.990 reais) e o Sentra SV (96.990), mas o médio está para receber nova geração e não é tão seguro quanto o compacto. Ademais, mesmo que o sedã venha do México sem pagar imposto de importação, o dólar alto ainda é um empecilho e tanto. Mesmo que o tivesse visto por fotos de todos os ângulos, o carro ainda causou algum impacto ao aparecer na minha frente. Longo, baixo e largo, o Versa foge da impressão de ser um compacto esticado, algo que acometia o anterior. É tão parecido com o Sentra novo que tive medo em alguns momentos de trocar um nome pelo outro. Uma imagem de segmento superior é benéfica em qualquer classe. E parece ser ainda mais importante no caso de um carro voltado a uma parcela de consumidores que subiu de classe ao passar de hatch para sedã.O desenho frontal se destaca pelos faróis de LED, que pecam por não ter luzes de rodagem diurna automáticas (acendem somente com a lanterna ligada). A grade cromada se encaixa bem no contorno preto brilhante, o que combina com o para-choque com detalhes em formato de lâmina. A lateral exibe retrovisores espetados nas portas e coluna C em formato triangular. Um elemento preto corta a peça para dar aquela sensação de teto flutuante. O design traseiro segue a escola Nissan ao optar por lanternas do tipo bumerangue. A versão Exclusive se destaca pelas rodas aro 17 de acabamento usinado.

Fonte e reportagem completa em: https://autoesporte.globo.com/testes/review/2020/10/teste-novo-nissan-versa-tem-preco-de-sentra-e-e-mais-lento-que-chevrolet-onix-plus-e-volkswagen-virtus.ghtml

Teste: Mercedes-AMG CLA 45 é diversão pura em garrafa pet





Imagine um Volkswagen Up! TSI de 210 cv. Parece impensável, já que a versão mais potente do hatch estacionou nos 113 cv da versão GTI. Mas a Mercedes não só conseguiu isso como, de quebra, obteve o recorde de motor 2.0 16V de produção em série mais potente do mundo, com 421 cv. E, a melhor parte: ele equipa um dos carros mais divertidos da marca no momento. O Mercedes-AMG CLA 45 S 4Matic pode não impressionar tanto quanto seu nome comprido no primeiro momento. Com 4,69 m de comprimento e só 1,41 m de altura, ele é ligeiramente maior que um Toyota Corolla, mas tão baixo quanto um Mini Cooper JCW. Felizmente para-choques exclusivos, rodas de 19 polegadas e quatro enormes ponteiras de escape dão um indicativo da proposta do sedã superesportivo. Sim, vamos usar o adjetivo "super" aqui. Porque o novo CLA 45 acelerou de zero a 100 km/h em meros quatro segundos. Sabe que carro é mais lento do que isso? Uma Ferrari F40, que faz o mesmo um décimo mais devagar, segundo a fábrica. Não que precise, mais eis mais um argumento para o adjetivo: todas as provas de retomada foram feitas em menos de três segundos. Nem dá tempo de gritar "na sua esquerda" enquanto você ultrapassa alguém.

Fonte e reportagem completa em: https://autoesporte.globo.com/testes/review/2020/10/teste-mercedes-amg-cla-45-e-diversao-pura-em-garrafa-pet.ghtml

terça-feira, 7 de julho de 2020

Citroën C4 ganha visual ousado, versão elétrica e suspensão hidráulica






A Citroën revelou todos os detalhes da nova geração do C4, que ganha uma configuração 100% elétrica, visual ousado e sistema de suspensão com batentes hidráulicos. Há menos de um mês, a marca apresentou as primeiras imagens do modelo. Embora tenha traços robustos, dianteira alta e grande quantidade de plásticos sem pintura na base da carroceria, o novo C4 é classificado pela marca como um hatch, não como um SUV. "Após a ofensiva bem-sucedida do SUV com o lançamento de C3 Aircross e C5 Aircross (...) a Citroën está pronta para a próxima etapa na implementação de sua estratégia de produtos, concentrando-se firmemente no mercado hatchback", disse em comunicado. O destaque da nova geração é a configuração 100% elétrica, batizada de ë-C4, equipada com um motor de 138 cavalos de potência e 26,5 kgfm de torque. A energia vem de uma bateria de alta tensão de 50 kWh. A bateria pode ser recarregada em uma tomada convencional doméstica, em postos de recarga públicos (80% da carga é feita em 30 minutos) ou pelo wallbox, uma estação instalada na casa do proprietário, que pode levar até 7h30 para uma recarga completa. Entre as demais motorizações estão 5 opções a gasolina, que variam com câmbios manuais e automáticos de seis marchas, e outras 2 a diesel, também com as duas variações de transmissão. Seguindo o "irmão" maior C5 Aircross, o modelo terá o sistema de suspensão Progressive Hydraulic Cushions, que promete maior conforto ao rodar. Segundo a Citroën, a tecnologia produz um efeito de se estar "deslizando sobre um terreno irregular". Com batentes hidráulicos de atuação progressiva, em movimentos mais suaves apenas as molas e os amortecedores trabalham. Já em situações de maior exigência, os batentes absorvem e dissipam a energia.

Mitsubishi Outlander Sport chega ao Brasil partindo de R$ 119.990; ASX continua em linha



O Mitsubishi Outlander Sport 2021 foi lançado no Brasil nesta quinta-feira (2) como mais opção no segmento dos SUVs compactos. De acordo com a montadora, o modelo conviverá com o ASX atual, que continua disponível no mercado. A explicação ocorre porque, em outros mercado, o Outlander Sport é a evolução do ASX vendido no Brasil. No entanto, a estratégia local da montadora foi a de manter os dois modelos à venda ao mesmo tempo. Veja preços e versões do Outlander Sport: Outlander Sport GLS 2WD: R$ 119.990 Outlander Sport HPE 2WD: R$ 132.990 Outlander Sport HPE AWD: R$ 138.990 Apesar de ser "irmão" do ASX, o Outlander lembra bem o Eclipse Cross, principalmente no visual de sua dianteira. O modelo cona com luzes todas de LED, e suas rodas são de 18 polegadas. Está disponível nas cores: azul, branco, cinza, marrom, duas variantes de prata, vermelho e preto. Todas variantes do Outlander Sport são produzidas na fábrica da HPE em Catalão (GO). O modelo está sempre equipado com motor 2.0 flex: ele produz 170 cv de potência com etanol e 160 cv com gasolina a 6.000 rotações; enquanto o torque máximo é de 23 kgfm com etanol, e de 22 kgf m com gasolina, sempre a 4.250 rpm. Em todas as versões, o SUV está sempre equipado com o câmbio automático do tipo CVT; existe a opção Sport Mode, que simula 6 marchas e permite trocas por "borboletas". O Outlander Sport possui central multimídia de 7 polegadas, sensível ao toque, feita em parceria com a JBL. Esse sistema é compatível com as interfaces Android Auto e Carplay; na versão top de linha HPE AWD, a tela é de 9 polegadas. Veja itens de série em todas as versões: direção elétrica, ar-condicionado automático; duplo airbag frontal; controles eletrônicos de estabilidade e de tração; freios a disco nas quatro rodas com ABS; distribuidor eletrônico de frenagem (EBD); assistente de emergência (BAS); Brake Override System (BOS), que atua nos pedais durante as frenagens; assistente de saída em rampas (Hill Start Assist System -HSA); ancoragem Isofix para cadeirinhas infantis; ajuste de altura do facho principal dos faróis; vidros elétricos nas quatro portas; travamento automático das portas; sistema de monitoramento da pressão dos pneus (TPMS); câmera de ré.

Honda Civic Si 2020 tem cara nova e ronco 'fake' por R$ 179.900



O Honda Civic Si chegou à linha 2020 com novidades visuais, tecnológicas e mecânicas. Disponível em configuração única, o esportivo parte de R$ 179.900. Apesar de poucas e discretas, as principais mudanças na aparência do Civic Si estão na dianteira. Os nichos do para-choque, onde ficam os faróis de neblina, agora têm acabamento liso (antes tinha uma falsa grade em formato de colmeia) e uma barra que acompanha a cor da carroceria do veículo. Por falar em cor, o cupê teve sua paleta reduzida e passa a ser oferecido apenas nas cores branco, preto e vermelho. Os faróis de neblina agora são de LEDs, como os principais, e as rodas de 18 polegadas têm novo desenho com acabamento em preto fosco. A traseira não tem mudanças. Por dentro, o Civic Si segue com o quadro de instrumentos digital com grafismos em vermelho, pedais em alumínio e acabamento que imita fibra de carbono. A linha 2020 adiciona novos detalhes em vermelho acima das saídas de ar e faixas na mesma cor nos bancos. Para quem reclamava que o esportivo não tinha um ronco encorpado, ele passa a ter o Active Sound Control, que utiliza o sistema de áudio do veículo para amplificar o som do motor durante uma tocada mais agressiva. De fora, porém, os barulhos que saem do motor e do escapamento continuam os mesmos. A amplificação é uma experiência apenas para quem está dentro do carro. Entre os demais itens de série há central multimídia com Apple CarPlay e Android Auto, som com 450 watts e 10 alto-falantes, câmera de ré, câmera no retrovisor direito (acionada com a seta para o mesmo lado), assistente de partida em rampas, controles de tração e estabilidade e 6 airbags. O Si continua equipado com motor 1.5 turbo de 208 cavalos de potência e 26,5 kgfm de torque, assim como o câmbio manual de 6 marchas. De acordo com a Honda, a linha 2020 recebe uma relação de marchas 6% mais curta, aprimorando a dirigibilidade esportiva do modelo. A marca não divulga números de desempenho de seus carros, mas reforça que o cupê tem comportamento dinâmico em pilotagem esportiva graças aos conjuntos de chassis, direção e suspensão.

sábado, 30 de maio de 2020

Porsche 718 Boxster GTS





Para os mais conservadores, um esportivo que se preze deve ter motor grande e, de preferência, câmbio manual. O 718 Boxster GTS contraria tudo isso e carrega ainda o peso de ser um Porsche, uma das fabricantes de esportivos mais tradicionais do planeta. O G1 andou no modelo, que parte de R$ 485 mil, para tirar a prova se o esportivo de Stuttgart também pode ocupar a garagem dos puristas. Em sua nova geração, ele ganhou motor turbinado de apenas 4 cilindros. No Brasil, ele é oferecido ainda somente com câmbio automático - o eficiente PDK de 7 marchas, que fique claro. Não tem como falar de um carro tão chamativo sem começar por valores. Além de custar R$ 485 mil, a unidade avaliada pelo G1 era dotada de inúmeros opcionais. A Porsche não divulga o valor final do exemplar. Uma configuração feita no site da marca com a maioria dos itens da unidade testada alcança os R$ 553.210, sendo R$ 68.210 só de opcionais (alguns dos selecionados acrescentam outros automaticamente). Veja a lista: Carroceria pintada no azul Miami Blue: R$ 13.587; Bancos com inscrições GTS contrastantes: R$ 10.173; Faróis full-LED: R$ 6.415; Lavadores dos faróis pintados na cor do veículo: R$ 1.171; Barras anticapotagem pintadas de preto brilhante: R$ 2.931; Aerofólio móvel pintado em preto brilhante: R$ 2.001; Pacote de iluminação ambiente: R$ 1.725; Câmera de ré e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros: R$ 3.793; Sistema de som Bose: R$ 6.827. Vale dizer que as opções de personalização são muito detalhadas e podem escapar aos nossos olhos. Ou seja, a conta deve ser ainda maior. Cuidado ao subestimar o motor 2.5 de quatro cilindros do 718 Boxster GTS. São 365 cavalos de potência e 43,9 kgfm de torque combinados ao câmbio automático PDK de 7 marchas e a tração traseira. Indo além dos números, também é sempre válido lembrar que se trata de um legítimo Porsche. Ou seja, nem se passa pela cabeça de quem está ao volante que logo atrás (o motor é central-traseiro) não há um "motorzão" de ao menos seis ou oito cilindros.
Fotos:  Celso Tavares/G1

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Lamborghini de R$ 11,6 milhões e que tem edição limitada a 63 unidades vira Lego de 4 mil peças



A Lego é conhecida por ter fãs de todas as idades, com seus mais variados brinquedos. A mais recente novidade da empresa, porém, deve agradar aos mais crescidos. A empresa lançou nesta quinta-feira (28) uma miniatura em escala 1:8 da Lamborghini Sián FKP 37, o primeiro superesportivo híbrido da empresa italiana. A Sián de verdade tem números impressionantes. A começar pelo preço, de 2 milhões de euros (R$ 11,6 milhões, na cotação do dia), e pela tiragem, limitada a apenas 63 unidades. Além disso, a combinação do motor V12 com outro, elétrico, faz com que a potência combinada seja de 819 cavalos, levando o veículo de 0 a 100 km/h em apenas 2,8 segundos, com máxima superior a 350 km/h. Claro que a versão da Lego não tem esse desempenho, mas surpreende por outros detalhes. A começar pelo preço, de R$ 2.499, que faz dela uma das Lamborghinis mais baratas - e um dos Legos mais caros. São 3.969 pecinhas, que, montadas, fazem com que o modelo chegue aos 60 cm de comprimento, 13 cm de altura e 25 cm de largura. Além disso, a miniatura também traz o spoiler traseiro retrátil, portas que abrem para cima e volante com detalhes como o logotipo da Lamborghini. Até o motor V12 é replicado na versão menor. Por dentro, a Lego diz que o interior foi recriado, incluindo uma transmissão inteiramente funcional, que pode ser engatada com uma manete móvel. No capô dianteiro (o motor é traseiro), ainda há uma pequena maleta, com um código que desbloqueia conteúdo exclusivo para os clientes. O brinquedo ainda é entregue em uma caixa que traz com a silhueta dos faróis e a cor do Lamborghini Sián original, um verde bastante chamativo.

Volkswagen revela o Nivus, modelo global que estreia no Brasil



A Volkswagen revelou nesta quinta-feira (28/05) todos os detalhes do Nivus. O Brasil será o primeiro mercado do mundo a receber o modelo, que chegará às lojas nas próximas semanas entre Polo e T-Cross. Preços, no entanto, não foram revelados. Produzido em São Bernardo do Campo (SP), o SUV será exportado para toda a América Latina, mais o México. Na Argentina, seu lançamento está marcado para o final do segundo semestre deste ano. Na segunda metade de 2021 será a vez da Europa, que também produzirá o Nivus. Todas as configurações serão equipadas exclusivamente com motor 1.0 turbo. A motorização entrega até 128 cavalos de potência e 20,4 kgfm de torque, e será sempre acompanhada do câmbio automático de 6 marchas. Questionada pelo G1 sobre a exclusividade mecânica, a marca disse que quem desejar motorizações menores pode optar pelo Polo (com os 1.0 e 1.6 aspirados) e, maiores, pelo T-Cross (como o 1.4 turbo). As versões do modelo ainda não foram reveladas, mas a marca já apresentou alguns dos equipamentos possíveis. Entre eles estão faróis e lanternas de LED, luzes diurnas de LED, detector de fadiga, chave presencial com partida do motor por botão, controle de estabilidade e câmera de ré. Há também o piloto automático adaptativo, que mantém a distância e a velocidade do veículo à frente definidas pelo motorista, e o sistema de frenagem automática de emergência. Por causa das linhas, ele é maior e mais baixo do que o T-Cross. São 4,27 metros de comprimento (contra 4,20 m do "irmão") e 1,49 metro de altura (contra 1,57 m). A distância entre-eixos é de 2,57 metros, a mesma do Polo. Todos compartilham a plataforma modular MQB. O destaque fica para o porta-malas de 415 litros - maior do que os 373 do primeiro nível do T-Cross, do que os 300 litros do Polo e do que os 393 litros do Chevrolet Tracker, principal novidade entre os SUVs compactos. Todos os ajustes de direção e suspensão são próprios para o Nivus, assim como o eixo traseiro, de maior rigidez torcional em relação ao Polo. Também em comparação com o hatch, a suspensão é elevada em 1 centímetro. As rodas são de liga leve de 17 polegadas.