quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Toyota lança novo Corolla, primeiro carro híbrido flex, por R$ 124.990



A Toyota apresentou nesta terça-feira (3) a nova geração do Corolla no Brasil. Como principais novidades, o sedã estreia a inédita configuração híbrida flex e sistemas de segurança ativa, também pela primeira vez no segmento. Nessa configuração, o carro funciona com gasolina ou etanol, junto a dois motores elétricos. O modelo híbrido flex vem na versão topo de linha, Altis, e sai pelo mesmo valor do modelo com motor a combustão 2.0. Veja todos os preços da linha 2020 do Corolla: GLi 2.0 - R$ 99.990 XEi 2.0 - R$ 110.990 Altis 2.0 - R$ 124.990 Altis híbrido - R$ 124.990 Até então, os híbridos à venda no Brasil usavam somente gasolina, caso do Prius, que também é da montadora japonesa. Além disso, seguindo os passos dele e do RAV4, o Corolla adota a arquitetura TNGA da marca, que promete veículos mais seguros e agradáveis, com cinco pilares: conforto ao dirigir, habitabilidade, praticidade de uso, compromisso com o meio ambiente e segurança. A motorização híbrida só está disponível na configuração Altis, a topo de linha. São dois motores elétricos de 72 cavalos de potência e 16,6 kgfm de torque totais e um a combustão, 1.8 flex de ciclo Atkinson com 101 cavalos com etanol e 98 cavalos com gasolina, e 14,5 kgfm de torque independentemente do combustível utilizado. A garantia do conjunto híbrido é de 8 anos, embora a do carro seja de 5 anos. Os motores elétricos são recarregados pelo motor a combustão e pela recuperação de energia, que transforma a energia cinética gerada pelas desacelerações e pelos freios regenerativos em elétrica. Não há a possibilidade de recarga em tomadas. De acordo com a Toyota, com gasolina, o Corolla híbrido roda 14,5 km/l na estrada e 16,3 km/l na cidade. Com etanol, os números caem para 9,9 km/l na estrada e 10,9 km/l na cidade. Vale lembrar que, no caso dos híbridos, o consumo urbano é sempre o melhor pelo uso mais frequente do motor elétrico. Em estradas o motor a combustão é mais exigido.

Porsche lança o Taycan, seu primeiro veículo elétrico




A Porsche apresentou nesta quarta-feira (4) em Neuhardenberg, cidade a 80 km de Berlim, na Alemanha, o Taycan, o primeiro veículo elétrico de sua história. O lançamento no Brasil está previsto para 2020. Ele é um sedã com jeito de cupê, tem 4 portas, e porte semelhante ao do Panamera. Serão duas versões do veículo: Turbo e Turbo S. Seu principal concorrente deverá ser o Tesla Model S. Na Europa, a versão Turbo custará € 152.136 e o modelo Turbo S vai chegar ao mercado com o preço de € 185.456, valores que ficarão entre as versões equivalentes de Cayenne e Panamera. No Brasil, as encomendas começam no primeiro semestre do ano que vem, com entrega prevista para a segunda metade de 2020. A versão Turbo S utiliza motores elétricos que somam 625 cavalos, podendo chegar a 761 cavalos no modo overboost. Isso garante uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 2,8 segundos – marca melhor até do que a do 911 Carrera S. Para chegar aos 200 km/h, o tempo é 9,8 segundos. Sua velocidade máxima é de 260 km/h. O motor do Taycan Turbo S terá torque de 107 kgfm, cerca de 10 vezes mais que um carro popular com motor 1.0. O veículo também vai contar com um câmbio de duas velocidades, uma para arrancadas e outra para retomadas. O peso do veículo é de 2.305 kg. Na versão Turbo, a potência também é de 625 cavalos, alcançando 680 cavalos com o sistema launch control. O torque do motor é de 86,7 kgfm e o carro pode chegar de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos. A velocidade é de 260 km/h e o veículo pesa 2.295 kg. O Taycan tem 4,96 metros de comprimento, 1,97 m de largura e 1,38 m de altura. O porta-malas terá capacidade de 366 litros e a dianteira poderá suportar até 81 litros. Por outro lado, a pegada ecológica está na autonomia de 412 km no Turbo S e o Turbo pode rodar até 450 km com uma carga da bateria. A Porsche promete uma revolução no modo de carregar o veículo. Será o primeiro carro com sistema de 800V para carregamento, permitindo que o Taycan tenha 100 km de autonomia em apenas 5 minutos. Em 22,5 minutos, o veículo pode recuperar 80% da carga – hoje a média do mercado é de aproximadamente 40 minutos. Para "peitar" o Model S, a Porsche resolveu usar não uma tela gigante, mas até 4 telas menores. Uma delas é o quadro de instrumentos, de impressionantes 16,8 polegadas. Além dela, há a central multimídia de 10,9 polegadas, além de uma auxiliar, logo abaixo. Por fim, opcionalmente, o cliente ainda pode incluir uma direcionada para o passageiro dianteiro. Essa é a maior diferença da cabine do Taycan para a do 911. A própria Porsche admite a inspiração na primeira geração do esportivo, de 1963, para desenhar o interior do novo modelo elétrico. Isso vale para os elementos dispostos horizontalmente.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Porsche lança 911 'básico' no Brasil por R$ 519 mil



A Porsche anunciou nesta terça-feira (3) a chegada da versão mais simples do esportivo 911 no Brasil. O Carrera já pode ser encontrado nas lojas da marca por R$ 519 mil. Ele traz motor 3.0 de seis cilindros contrapostos (boxer) de 385 cavalos – 15 cv a mais do que a geração anterior. O câmbio é automático de dupla embreagem e 8 marchas. O Carrera é a segunda versão do 911 a ser apresentada nesta oitava geração.A primeira foi a Carrera S, que o G1 já testou. As duas configurações possuem o mesmo visual e pacote de equipamentos, incluindo a central multimídia com tela de 10,9 polegadas e o inédito Wet Mode, que prepara o veículo para situações de piso molhado. As rodas são uma polegada menores – 19 na dianteira e 20 na traseira. A grande diferença dos dois modelos está no motor. O Carrera S entrega 450 cv, 65 cv a mais do que no “irmão” sem o S no sobrenome. Obviamente o preço também não é o mesmo. Exatos R$ 160 mil separam os dois modelos, já que o Carrera S, lançado em março no Brasil, custa R$ 679 mil. O 911 Carrera chega ao Brasil pouco mais de um mês depois de ser apresentado na Europa. Com o motor 3.0 biturbo, o Carrera acelera de 0 a 100 km/h em 4 segundos. Ele é só 0,3 s mais lento do que a versão mais potente, e 0,2 s mais veloz do que a geração anterior. A velocidade máxima é de 293 km/h. A partir de agora, o sistema chamado PASM passa a ser item de série no 911 Carrera. Com ele, o condutor pode escolher entre os modos Normal e Sport. Também há o chamado Wet Mode, que analisa condições climáticas, e prepara o veículo para piso molhado, inclusive prevendo aumento ou redução da quantidade de água na pista.

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Audi abre pré-venda dos novos A6 e A7, limitada a 30 unidades



A Audi iniciou a pré-venda dos novos A6 e A7 no Brasil com preços iniciais de R$ 426.990 e R$ 456.990, respectivamente. Para o período, que vai até setembro, quando acontecerá o lançamento oficial dos sedãs, apenas 15 unidades de cada modelo estão disponíveis. Além da exclusividade, a marca oferece outras duas vantagens para os 30 compradores: as duas primeiras revisões gratuitas, além da promessa de R$ 30 mil de valorização no usado negociado na troca. Tanto o A6, quanto o A7, chegam em versão única equipados com o mesmo motor do SUV mais caro da marca no país, o Q8: um 3.0 V6 turbo de 340 cavalos de potência e 51 kgfm de torque. A velocidade máxima é limitada eletronicamente a 250 km/h. ambém para os dois modelos, a lista de equipamentos inclui ar-condicionado de 4 zonas, abertura e fechamento elétricos do porta-malas, sistema de som Bang&Olufsen, central multimídia com tela sensível ao toque, piloto automático adaptativo e câmera 360°. Os modelos são equipados ainda com os sistemas de alerta de perigo para sair do veículo, alerta de tráfego cruzado e o Audi Pre Sense, que prepara o veículo na iminência de uma colisão. Head-up display e visão noturna são opcionais.

Audi lança a nova RS 6 com 600 cavalos e sistema híbrido leve



A Audi resolveu não esperar até o Salão de Frankfurt, no início de setembro, e revelou nesta terça-feira (20) a nova geração da perua esportiva RS 6, um dos modelos mais desejados da marca. Na nova geração, a perua traz motor V8 biturbo de 4 litros com 600 cavalos e 81,6 kgfm de torque. Com esse conjunto, a RS 6 acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,6 segundos – quase o mesmo tempo de uma Ferrari Portofino. A máxima é limitada eletronicamente em 250 km/h. Um câmbio automático de 8 marchas gerencia toda a potência, que é transmitida para as 4 rodas. A Audi também incrementou um sistema híbrido leve, que, por meio de um gerador, acoplado ao motor por uma correia, ajuda na recuperação de energia, além de dar aquela “forcinha” em acelerações. A bateria pode armazenar até 12 kW vindos de desacelerações de frenagens. Inclusive, quando o motorista tira o pé, em velocidades entre 54 km/h e 160 km/h, o motor a combustão pode ser desligado por até 40 segundos. Ele também aciona o start-stop em velocidade de até 13 km/h. Para economizar combustível, o veículo ainda pode desativar 4 dos 8 cilindros do V8, em cargas baixas e médias. Apesar da preocupação com a eficiência energética, a Audi não se esqueceu da esportividade. Uma das novidades é a opção de escolher roncos personalizados do motor, por meio dos novos modos RS 1 e RS 2. O motorista pode escolher entre os modos: Comfort, Auto, Dynamic, Efficiency e Individual. Ao pressionar um novo botão, RS Mode, o condutor ainda verá que o quadro de instrumentos passa a exibir informações voltadas para a esportividade. O desenho marca a nova fase da divisão esportiva, RS, e inclui capô mais encorpado, entradas de ar ainda mais generosas e, curiosamente, faróis herdados do A7, e não do A6. Eles também possuem tecnologia laser, que ilumina melhor. De acordo com a Audi, a dianteira tem como inspiração o superesportivo R8. Saias laterais e spoiler traseiro, além de um difusor no para-choque completam o conjunto visual da perua. Na Europa, as entregas da RS 6 terão início no começo do ano que vem.