A Aston Martin mostrou nesta terça-feira (21) a nova geração do modelo Vantage, que será equipada com motor 4.0 V8 biturbo, de 510 cavalos de potência.
De acordo com a fabricante, o novo esportivo para duas pessoas é capaz de acelerar de 0 a 96 km/h em 3,5 segundos e atinge velocidade máxima de 313 km/h.
O chassis é uma evolução do DB11, com cerca de 70% dos componentes novos e muito alumínio, o que deixa o peso do carro em 1.530 kg.
Com o lançamento, a empresa britânica espera atingir a capacidade máxima de 7 mil unidades em sua fábrica de Gaydon em 2019.
O novo Vantage custará a partir de £ 120.900 (R$ 522 mil) no Reino Unido.
O empresário Sergio Habib, que comanda a Jac Motors no país, tinha também a representação oficial da marca preferida do espião James Bond, mas ela foi encerrada no começo de 2017. Então, não há previsão de vendas oficiais do novo Vantage por aqui.
Carros fantásticos, verdadeiras máquinas sobre rodas que mexem com a cabeça de qualquer um. Mudam as marcas mas estes carros incríveis tem o poder de surpreender em detalhes, formas e cores, fazendo com que qualquer um sonhe com eles. Certamente, consideradas obras de arte, estas super-máquinas inspiram liberdade pra quem tem a possibilidade de pilotar uma delas, se perdendo no tempo e na velocidade que proporcionam.
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Jaguar E-Pace chegará ao Brasil com preços a partir de R$ 222 mil
A Jaguar anunciou nesta quarta-feira (22) a pré-venda do E-Pace no Brasil, expandindo sua linha de SUVs. O modelo já pode ser encomendado com preços a partir de R$ 222.300, mas as primeiras entregas devem ser feitas só em abril de 2018.
Por enquanto, haverá apenas opção de motor 2.0 turbo de 4 cilindros a gasolina, com 249 cavalos nas versões P250, R-Dynamic S e First Edition - essa última com apenas 45 unidades .
Para os mais apressadinhos, a Jaguar trará também a versão R-Dynamic SE, com motor recalibrado para desenvolver 300 cv.
Na configuração mais potente, o E-Pace acelera de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos e atinge velocidade máxima de 243 km/h.
Preços da pré-venda
P250 - R$ 222.300
R-Dynamic S P250 - R$ 246.750
First Edition P250 - R$ 275.900
R-Dynamic SE P300 - R$ 278.080
A novidade é o segundo SUV da história da fabricante britânica - o primeiro foi o F-Pace.
Durante sua apresentação mundial, em julho desse ano, o novo modelo bateu o recorde mundial de salto em espiral para veículos de produção.
O E-Pace é uma espécie de "miniatura" do F-Pace, mas é ligeiramente maior que seu "primo" mais famoso, o Range Rover Evoque.
Ele tem a dianteira mais curta, mas outros traços, como as laterais e a traseira, são totalmente inspiradas no modelo maior, que por sinal já tem como base o esportivo F-Type.
São 4,40 metros de comprimento (o Evoque tem 4,37 m), 2,68 m de entre-eixos, 1,65 m de altura e 1,98 m de largura. No porta-malas vão até 577 litros.
O E-Pace será produzido na Áustria, em uma fábrica que está sendo concluída e foi criada especialmente para o utilitário.
De acordo com a Jaguar, não há expectativa de montar o modelo em Itatiaia (RJ), onde o grupo Jaguar Land Rover já produz Evoque e Discovery Sport.
sábado, 4 de novembro de 2017
Hennessey Venom F5 quer ser o carro mais rápido do mundo
O Bugatti Chiron não terá vida fácil na busca pelo título de carro de produção mais rápido do mundo. Depois que a Koenigsegg desafiou o teste 0-400-0, agora a norte-americana Hennessey mostra o Venom F5 e diz que ele pode chegar a 484 km/h.
O "hiperesportivo" é equipado com motor V8 biturbo, que rende até 1.622 cv de potência, com tração traseira e transmissão de 7 velocidades por meio de borboletas no volante.
De acordo com a fabricante, ele pode acelerar de 0 a 300 km/h em menos de 10 segundos e atingir os 400 km/h em menos de 30 segundos. Tudo isso graças à aerodinâmica e ao peso total reduzido, de 1.338 kg.
Diferentemente do seu antecessor, o Venom GT, que era baseado no Lotus Elise, o Venom F5 foi desenhado e construído a partir do zero, em parceria com a Shell e a Pennzoil.
A Hennessey planeja produzir apenas 24 unidades do modelo, que não custará menos do que US$ 1,6 milhão (cerca de R$ 5,23 milhões).
O "apelido" F5 remete à escala Fujita de tornados, que vai de F0 até F5, sendo o este último o mais forte e destruidor.
A rivalidade entre Bugatti e Hennessey é antiga. Em 2013, a marca norte-americana reclamou o recorde de carro mais rápido para o Venom GT, que chegou a 427 km/h.
A velocidade era menor que os 430 km/h registrados pelo Veyron 16.4 Super Sport, mas a Hennessey alegou que o esportivo da Bugatti era vendido com velocidade limitada a 415 km/h, ou seja, era um carro modificado.
No ano seguinte, o Venom GT atingiu 435 km/h. Mas o recorde não foi registrado pelo Guinness World Records, já que só poderia ser contabilizado pela média de duas passagens em sentidos opostos – o Venom GT fez apenas uma arrancada.
Em 2018, os dois sucessores (Chiron e Venom F5) devem definir quem é o mais rápido. Por enquanto.
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Mercedes-Benz Classe X 250
É picape. E é Mercedes-Benz. Pode parecer estranho, mas é bom ir se acostumando porque a Classe X chegará no Brasil em 2019 para mexer com o segmento de picapes médias e trazer novos clientes para a marca.
Como você deve saber, a Mercedes-Benz não criou uma picape do zero. A Classe X nasceu de uma parceria com o grupo Renault-Nissan e tem como base a última geração da Frontier, que também foi usada pela Renault na Alaskan.
Então, além de ser uma novata na área, a fabricante alemã tem como desafio provar que sua picape não é uma Frontier/Alaskan vestindo smoking.
É um Mercedes de verdade? Tem aquele refinamento e o conforto dos carros da marca? A resposta não é tão simples assim.
Os alemães dizem ter avaliado peça por peça do projeto da Frontier e, a partir daí, decidiram se usariam a mesma, se fariam uma adaptação ou se desenvolveriam um componente totalmente novo.
No desenho externo, por exemplo, não há nenhum painel ou peça da carroceria semelhante à Frontier, exceto as maçanetas.
A mecânica foi refinada para aproximar e a sensação de dirigir a um carro da marca, isso inclui reduzir os níveis de ruído e de vibração, que geralmente incomodam passageiros de picapes médias.
A Mercedes-Benz não divulga a porcentagem de peças que foram mantidas e trocadas, alegando que o valor daria a um parafuso e a uma transmissão o mesmo peso – o que seria injusto.
No caso do motor, a questão ganha um toque subjetivo. A base do 2.3 turbodiesel, que equipa as versões X 220 (com um turbo) e X 250 (biturbo), é da Nissan, mas todo o software, calibração e ajuste é da Mercedes-Benz. É um motor diferente ou não?
Pelo menos na direção, a Classe X 250 traz características novas para o segmento. Embora o propulsor seja um pouco lento nas respostas e na aceleração, o conforto ao volante é melhor que as picapes médias disponíveis atualmente.
A suspensão recebeu grande atenção e consegue fazer um trabalho notável para deixar a Classe X firme e ao mesmo tempo tratar os passageiros melhor do que a carga na traseira. A arquitetura é a mesma da Frontier - incluindo o sistema de braços múltiplos aliado ao eixo rígido. No entanto, os alemães modificaram as molas e outros componentes.
É claro que não há milagre. Por ser uma picape, ainda é possível sentir o rolamento da carroceria em curvas e “pular” em pistas irregulares, principalmente no banco de trás.
Olhando para o interior, é possível perceber vários detalhes dos carros da Mercedes-Benz, como as saídas de ar, a tela multimídia de 8 polegadas naquela posição meio estranha no meio e o confuso touchpad embaixo.
Se você for mais atento ainda, consegue ver outros detalhes que entregam a origem bastarda da Classe X, como a alavanca de câmbio e os plásticos que não são tão refinados. Neste ponto, a novidade fica pouco ou quase nada acima da média do segmento.
Outra característica que vai contra a ideia de chamar a Classe X de um veículo de luxo é a ausência de ajuste de profundidade no volante. Uma escolha que envolveu basicamente o custo para a modificação, segundo executivos da Mercedes.
Fonte, matéria completa e acesso ao vídeo em: https://g1.globo.com/carros/noticia/mercedes-benz-classe-x-250-primeiras-impressoes.ghtml
Chevrolet Equinox
O nome meio estranho é inédito no Brasil, mas o Chevrolet Equinox já tem uma história de três gerações e a última delas se tornou o segundo modelo mais vendido da marca nos Estados Unidos. Agora ela chega ao Brasil para substituir a Captiva. Mas não é uma simples troca por um modelo mais bonito.
A novidade traz mais coisa para o segmento dos SUVs, em uma briga direta com Jeep Compass, Peugeot 3008, Hyundai Tucson, e até versões de entrada dos considerados "premium", como Audi Q3 e BMW X1.
O ponto em que Equinox mais se destaca é na motorização. Usado em versões básicas do Camaro nos EUA, o propulsor 2.0 turbo rende 262 cavalos.
O câmbio é de 9 marchas e ele tem tração nas 4 rodas. Lembrou de alguém? O Jeep Compass tem uma configuração parecida, mas com motor a diesel de 170 cavalos.
O Equinox pode não ser tão preparado para trilhas pesadas como o Compass, mas o conjunto é bem mais ágil no asfalto.
A aceleração de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos coloca o SUV lado a lado ao Honda Civic Touring, 1.5 turbo de 173 cv, por exemplo.
O lado ruim é que o motor exclusivamente movido a gasolina cobra um pouco por essa desenvoltura toda. O consumo médio, segundo padrão do Inmetro, é de 8,4 km/l na cidade e 10,1 km/l na estrada.
Uma faixa de couro no painel tenta dar um aspecto “premium”, mas a verdade é que o acabamento abusa dos plásticos rígidos. A falha é compensada por itens de tecnologia e conforto.
Um dos itens mais curiosos é um alerta que faz vibrar o assento do motorista de um lado, do outro, ou em ambos, dependendo de onde vem o risco de colisão detectado pelos diversos sensores espalhados pelo veículo.
Veja outros itens interessantes do pacote Premier:
tela multimídia de 8 polegadas, teto solar, carregamento sem fio (para alguns modelos de celular), 6 airbags, sistema start-stop, banco do motorista com memória eletrônica, sensores e assistente de permanência na faixa
abertura do porta-malas por movimento dos pés, alerta de esquecimento de pessoa/coisa no banco de trás. Por enquanto, o Equinox em versão única, a completíssima Premier, tem um conjunto muito bom para quem busca um SUV médio na faixa de R$ 150.000.
Se você achou muito caro, é possível que ele tenha versões menos equipadas no futuro, mas a Chevrolet ainda não confirma quando. Se você não se convenceu, vale a pena esperar pelas novas gerações do Honda CR-V e do Volkswagen Tiguan para tirar a dúvida.
Fonte, matéria completa e acesso ao vídeo em: https://g1.globo.com/carros/noticia/chevrolet-equinox-primeiras-impressoes.ghtml
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